T1 – Episódio 3: Algo Deu Errado?

Gente boa!

 

Este é o terceiro artigo sobre os tipos de rupturas da e na vida: Algo deu errado?

No primeiro artigo desta série abordamos algumas questões do nascimento do ponto de vista da mãe, nesta que consideramos como a primeira grande ruptura da vida. No segundo artigo foi a vez do lado filho no nascimento.

Mas não deixe de ler se você não é mãe, pois os pais também participam, e todo mundo é filho ou filha e certamente passou por isso.

Mas às vezes as coisas não saem exatamente como se espera.

Como esta série de artigos retrata as rupturas que acontecem no decorrer do tempo de vida desde o nascimento até o final da vida, vamos elaborar este texto no sentido de um resultado inesperado a partir de uma gravidez.

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Em alguns casos a ruptura acontece quando a gente espera um certo resultado e o mesmo não acontece.

Então vem a ruptura, e muitas vezes cheia de frustração e decepção.

Algumas vezes com sentimentos de culpa, muitos deles até que com fundamento, outros com a culpa gratuita que nos acostumamos assumir sem sermos culpados.

Vejamos o caso de uma gravidez não muito bem sucedida.

A gente não controla exatamente o que acontece numa gestação. Claro que alguns elementos externos como o que consumimos em termos de alimentação, bebida, ou até necessidades psiquicas e emocionais chegam a afetar o desenvolvimento do bebê.

Mas no frigir dos ovos, o fato é que cada um tem seu próprio curso de vida, mesmo que esta não dure tudo o que se esperava, ou que o ser que nasce fique limitado a condições corporais aquém ou além do que se considera como normal.

E se o resultado da gravidez não foi normal é porque ou houve morte prematura, ou o nascimento com alguma necessidade especial, seja ela física, neurológica ou de outra natureza, ou ainda algum problema com a mãe, físico ou psíquico.

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Então veja só. Se você fica assumindo culpas que não não suas, isso só complica mais ainda uma situação que pode já ser difícil de encarar naturalmente.

Você pode trazer tudo para a consciência e separar os fatos.

Se você tem alguma participação no resultado inesperado, melhor encarar a realidade e agir no sentido de tentar reparar o erro na medida do possível.

Se você não teve participação direta, como uma má formação do feto, por exemplo, e não por causa de drogas e afins, e ainda assim fica se culpando, procure ajuda de um profissional de saúde imediatamente.

Viver na culpa arrasta você e muitos dos que vivem com você para buracos existenciais complexos como uma areia movediça.

Livre-se disso.

A vida está aí para ser vivida.

Isso não quer dizer que você não sentirá o peso da situação que se apresentou, que você ignorará os fatos. Não.

Consciência sim. Alienação Não.

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Depois da separação das coisas vem a ação, afinal você não ficará prostrado diante do acontecido.

Qualquer que seja o caso, diante de uma necessidade especial de numa criança que chegou, ou da não chegada dela, ou de uma decorrência do parto que obrigou a criança ou a mãe a ficarem internadas, você agora tem que agir.

Cuidado para não tratar a situação nem além nem aquém do que ela é. Do potencial que ela tem tanto para o bem como para o mal.

Não subestimar nem superestimar a situação é fundamental para que sua ação seja realmente efetiva.

Mas não deixe de agir, pois essa ação te ajudará e muito a superar a situação que se apresentou.

E qual é a ação? Obviamente depende de qual foi ou é o problema que se apresentou.

Não deixe de procurar profissionais especializados qualquer que seja o caso.

Sozinho ou sozinha, basta a iniciativa de enfrentar a situação. A ajuda externa é necessária e benvinda, quando profissional e coerente.

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É muito comum que nesse momentos apareçam muitos ajudantes que mais atrapalham do que ajudam. Às vezes são parentes que se condoem com a situação e tentam fazer mais do que o necessário colocando você e a criança (se ela nasceu) numa redoma.

E isso não é legal.

Às vezes são até mesmo profissionais não tão bem preparados que aconselham coisas estranhas…

Outras e muitas vezes é a religião que torna as coisas mais difíceis do que realmente são.

As religiões tem o estranho hábito de ignorar as realidades e transferir o ônus das situações para esferas ditas espirituais e que na realidade são mais fugas e ocultações de realidades do que qualquer outra coisa.

Temos um site onde tratamos dessas questões espirituais, acesse e conheça mais se for do teu interesse: JustSpiritus .

Não precisa criar encrenca, mas tente livrar-se desses ajudantes.

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Muitas e muitas vezes essa nova situação que se apresenta exigirá de você uma mudança de vida.

Talvez uma mudança radical.

Depende de como você se envolverá na situação e como você se dedicará para lidar com ela.

Um conselho é: procure e aprenda tudo sobre o diagnóstico apresentado.

Conhecimento e informação são fundamentais para que você não caia em armadilhas.

Outra questão é não ficar isolado(a) do mundo e tentar resolver as coisas sozinho(a).

Dispense os falsos ajudantes e aproxime-se dos verdadeiros.

Algumas situações obrigam a gente a ter ajuda externa. Para a nossa própria preservação.

Afinal, apesar da gente muitas vezes querer que tudo não tivesse ocorrido, e querer sumir, desaparecer, de sentir que não vai aguentar, nessas horas é que aparecem os “anjos” que nos socorrem e nos suportam.

Sabendo disso nunca fique sozinho(a), procure ajuda. Se você tiver como pagar e sustentar profissionais, ótimo. Se não tiver, alguém aparecerá em teu socorro!

E o que isso tudo significa?

Mudança.

A situação chega e te obriga a mudar.

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No final das contas você absorve a realidade, se ajusta, muda a vida.

Muitos foram os casos que vimos e ajudamos onde tudo o que aconteceu no final gerou alegria, compaixão, ação direta e objetiva.

Muito cansaço muitas vezes, mas com a sensação de dever cumprido.

Dedicação que acontece em pessoas que antes nunca haviam se dedicado a nada de fato.

Super dedicação naqueles que já eram dedicados.

E aqui não se julga essa questão. Dedicação pode ser um “dom”, muitos já nascem com isso e outros tem que desenvolver.

Se algo deu errado sabemos que é uma situação difícil, mas que pode ser enfrentada e no final o sentimento de vitória, de conquista certamente será presente.

Mesmo naqueles casos onde tudo acaba em nada.

Esta reflexão não serve só para os casos de nascimentos que geram necessidades especiais, mas para muitas das rupturas da vida.

 

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Um Excelente viver pra você!!

Marcus e Mel

MVE Produções

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