Rupturas da Vida

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Propósito – Rupturas

Rupturas – definições e abordagem inicial

Este blog foi no passado uma iniciativa para discutir, especialmente com mulheres, o problema da separação conjugal.

Hoje alteramos sua amplitude e desejamos abordar todo tipo de ruptura da vida de todos os gêneros.

A vida nos apresenta muitas rupturas.

De muitas delas podemos escapar, de outras não temos saída. De jeito nenhum, como o próprio nascimento, que é uma das primeiras senão a primeira, que é uma ruptura da qual nenhum de nós consegue escapar. Afinal não conhecemos ninguém que simplesmente apareceu, sem nascer!

Muitas vezes não percebemos que se trata de uma ruptura. O termo parece pesado mas nem sempre tem essa conotação negativa.

Ruptura significa um rompimento, uma separação.

E agora?

É justamente isso o que desejamos abordar por aqui.

Diante das rupturas da vida, o que fazer?

Lembrando também que toda ruptura tem pelo menos dois lados, pois uma separação implica que alguém ou algo “foi” e alguém ou algo “ficou”.

Cada um desses lados pode ter uma ou mais pessoas.

Como esses assuntos são de certa forma extensos vamos tratá-los em séries com capítulos.

Na primeira delas vamos tratar dos tipos de ruptura que enxergamos existirem em nossas vidas, suas definições e amplitudes. Cobriremos de forma simples e direta os ciclos da vida.

Tudo isso para nos ajudar a entender melhor os momentos da vida e enfrentar as situações e circunstâncias que aparecem.

Muitas são previsíveis e podemos nos preparar de antemão.

Outras bem que poderiam não existir…

Mas a realidade é dura, nua e crua!

Ficar amoitado, chorando nos cantos, pode até ser parte do enfrentamento, mas se ficar só nisso não resolve, adoece e mata. Mata mais que as próprias rupturas.

Então gente boa, chamamos vocês para junto com a gente enfrentar essas rupturas de cabeça erguida, sem desrespeitar os sentimentos e emoções e situações particulares que cada um vive e pela qual passa.

Oferecemos como parte da solução um serviço de terapia floral, que de forma natural pode ajudar e muito nesses enfrentamentos.

E veja que estamos falando de terapia floral, ou seja não somos uma farmácia que vende um vidrinho com nome de flor. Não. A questão é trabalhar de forma concreta os elementos (crenças, valores, dogmas, paradigmas) que existem em nossas vidas e que ajudam ou que atrapalham o enfrentamento das rupturas.

E só pra ficar claro quando falamos de crenças não estamos falando de religião. A questão da religião e espiritualidade tratamos em nosso site www.justspiritus.com . Na verdade não temos vínculo com religião alguma. Crenças são padrões, conceitos que temos, que herdamos, que assumimos, etc… e que se tornam “verdades”, e que muitas vezes não o são e que atrapalham nosso desenvolvimento mental, intelectual, físico, emocional, etc…

A segunda série que vamos apresentar, alguns dos capítulos de forma simultânea com a primeira, será “Cuidando da cuca”.

Diante da inevitabilidade de algumas rupturas é preciso cuidar de si mesmo para que uma nova ruptura não seja desencadeada a partir de uma anterior.

Entender as situações, estar consciente de seu próprio potencial, saber quando e como buscar ajuda, olhar e perceber novas oportunidades e desenhar novos cenários.

Pois é gente, a vida tem muito pra quem deseja de fato viver.

Na aba Séries você encontrará nosso plano de divulgação com todas os capítulos previstos para cada uma dessa séries.

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Essa blogosfera vê e entende o ser de forma integral: corpo, mente e espírito e por isso tratamos em sites independentes, mas que se integram, cada conjunto de temas que julgamos relevantes para que possamos evoluir nesses três pilares da existência.

No sub menu Nossa Blogosfera, sob esta página, você encontrará os links para cada site / blog com seus temas principais.

Continuando com as rupturas vamos abordar também a questão da “Implacabilidade do Tempo”, afinal ele provoca muitas dessas rupturas.

Só pra você pensar um pouquinho, qual é o teu corpo?

Aquele de meio metro, quando você nasceu, com pele lisinha e que não conseguia controlar os movimentos fisiológicos naturais da vida?

Ou seria aquele que tem os hormônios à flor da pele e que busca e procura soluções relacionais que aplaquem essa “ira hormonal”?

Ou ainda aquele que já amadureceu um pouquinho e que procura outros padrões de estabilidade existencial?

Ou aquele que precisa de suplementos e anti-oxidantes?

Viu, como a evolução corporal provoca rupturas?

Então gente, ruptura não é sempre negativa.

Rompemos com o primeiro núcleo familiar para formar um novo.

Às vezes rompemos com esse novo por que não deu certo e queremos tentar de novo.

E assim vai.

Vamos encarar juntos essa empreitada?